Demais! Nova pele eletrônica se regenera e pode ser reciclada
O tecido composto de um filme com sensores tem destaque por ser amigável ao meio ambiente, mas ainda está longe da perfeiçãoAs peles eletrônicas estão sendo criadas em laboratórios no mundo todo e pretende-se que, em breve, tenham utilidade em próteses, robôs e tecidos inteligentes. A novidade foi descrita na publicação Science Advances e se diferencia de outras criações por ser amigável ao meio ambiente, ou seja, ela pode ser reciclada. Outra característica interessante é a possibilidade de rápida regeneração, em caso de rupturas.Esse tecido eletrônico é composto por um fino filme com sensores capazes de medir a temperatura, umidade e fluxo do ar. Possui três compostos em uma matriz, entrelaçados com nanopartículas de prata. Quando a pele é partida, consegue replicar ligações entre os produtos químicos dos dois lados e, caso a fissura seja de maior impacto, é possível embeber uma solução específica para que os materiais sejam reutilizados, criando uma nova e-skin. O processo da reciclagem completa leva em torno de 30 minutos a 60°C, ou dez horas em temperatura ambiente. Já a simples regeneração, leva meia hora em temperatura ambiente, ou apenas alguns minutos a 60°C.Leia mais…
