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Ciência

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Quase 3 mil infectados: Brasil 1 mês após 1° caso de coronavírus

Em 26 de fevereiro, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de covid-19 no país, registrado na cidade de São Paulo (SP); desde então, o Brasil tem tomado medidas de segurança para controlar o número de transmissões. Um mês depois da primeira confirmação, 2.915 pessoas já foram infectadas e 77 morreram, configurando taxa de mortalidade de 2,6%.O primeiro foco mundial da doença surgiu em Wuhan, na China. Em 31 de dezembro, o país notificou a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o novo coronavírus. Cerca de 20 dias depois, o governo isolou a cidade; na sequência, 40 milhões de cidadãos chineses entraram em quarentena. Leia mais…

Vacina contra o Coronavírus pode ficar pronta até dezembro

Como sabemos, não há nenhuma vacina aprovada contra o Coronavírus até o momento. De acordo com grande parte das previsões, a população teria que esperar por muito tempo até que uma vacina fosse desenvolvida, aprovada e finalmente comercializada. No entanto, a companhia farmacêutica norte-americana Moderna, espera que todas essas fases sejam alcançadas até dezembro deste ano. Vale dizer que a empresa é uma das poucas que estão trabalhando em uma potencial cura.Leia mais…

Estudo revela: coronavírus não foi feito em laboratório

O novo coronavírus tem origem natural e não é uma criação de laboratório, conforme afirmaram várias teorias da conspiração que tomaram conta da internet nas últimas semanas. E isso é o que revela um estudo feito em conjunto por cientistas de universidades dos Estados Unidos, da Austrália e da Inglaterra, publicado na revista Nature Medicine na última terça-feira (17).Desde que o vírus começou a se espalhar, contaminando e matando milhares de pessoas em todo o planeta, não faltam teorias sobre a origem dele. Muitas delas dizem que o coronavírus foi criado pela China para derrubar a economia mundial e sair em vantagem no cenário de crise. Até mesmo Bill Gates foi acusado de ter relação com o suposto desenvolvimento da doença.Leia mais…

Cientistas de Stanford criam robô inflável capaz de mudar de forma

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um robô que combina uma estrutura mecânica clássica com partes moldáveis e infláveis. A criação tem articulações tradicionais de metal, mas o corpo é feito de um material leve, que pode ser transportado dobrado e precisa de ar para expandir. “A descrição casual desse robô que eu dou para as pessoas é o Baymax, do filme Operação Big Hero, misturado com um Transformers. Em outras palavras, um robô macio, seguro para humanos, misturado com robôs que podem mudar dramaticamente a sua forma”, explica o estudante Nathan Usevitch, que faz parte da equipe. Para construir a versão atual, foi necessário combinar técnicas de três robôs diferentes — os leves, os coletivos e os feitos em armação.Leia mais…

Grande Barreira de Corais está morrendo, e isso não é nada bom

Lar de uma grande variedade de espécies marinhas, os recifes de corais são classificados como os habitats mais diversificados dos oceanos. Entretanto, eles estão correndo um grande perigo. A Grande Barreira de Corais, localizada na Austrália e com cerca de 2.300 km de extensão, está enfrentando seu terceiro evento de branqueamento em massa em apenas cinco anos, segundo autoridades do Parque Marinho de Grande Barreira de Corais.No ano passado, já havia sido constatado que a qualidade do ecossistema havia caído para a classificação “muito pobre”. Com base no estado dos corais, das algas marinhas e da água, os resultados dessas análises são publicados em um relatório a cada cinco anos desde 2009 pela entidade responsável pela preservação do local.Leia mais…

Cannabis pode ser uma arma contra as superbactérias

Um dos grandes dilemas da medicina é o que fazer quando os antibióticos não forem mais eficientes contra infecções bacterianas. O primeiro a surgir foi a penicilina, em 1928, que salvou milhões de vidas nesses quase 100 anos. Porém, os micro-organismos se desenvolveram, necessitando a criação de outras classes de antibióticos. Ainda assim, isso levou ao surgimento das superbactérias, capazes de resistir a praticamente todos os medicamentos existentes. Porém, segundo cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca, a cannabis pode ser a chave contra essas superarmas.Há tempos, os pesquisadores buscam soluções que potencializem as substâncias ativas dos antibióticos. Assim, em vez de criar um novo medicamento, bastaria turbinar os que já existem. O canabidiol pode ser justamente esse gás extra ao remédios, sendo eficiente no combate das superbactérias.Leia mais…

Ciência computacional: uma nova arma contra o coronavírus

Utilizar conhecimentos e tecnologias de mineração de eventos para criar ferramentas de previsão de comportamentos já é uma realidade em áreas como agricultura e educação. Com o apoio das principais agências de fomento à pesquisa do Brasil, estudos para encontrar padrões e frequências de determinados aspectos se baseiam em notícias de fontes confiáveis para tecer cenários futuros. Agora, a tática está sendo aplicada ao coronavírus – e isso pode ser uma arma e tanto contra a pandemia.Empenhados em coletar informações mencionando o novo coronavírus ou a doença covid-19, pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP se dedicam ao aprimoramento das técnicas de inteligência artificial da Websensors, ferramenta que utiliza a extração automática de eventos a partir de notícias. Com ela, é possível identificar assuntos, nomes de pessoas e organizações, tudo isso com localidades georreferenciadas.Leia mais…

Governos saberão se pessoas desobedecem quarentena em tempo real

A startup pernambucana In Loco vai ajudar governos estaduais e municipais a combater a disseminação do coronavírus, fornecendo a eles dados sobre o deslocamento de pessoas pelas cidades. Por enquanto, a primeira parceria foi fechada com a prefeitura de Recife.Em entrevista para o Mobile Time, André Ferraz, fundador e CEO da In Loco, explicou como essa iniciativa vai funcionar.Leia mais…

Estudo indica que covid-19 mata mais homens que mulheres

Desde o início da pandemia do Coronavírus, epidemiologistas começaram a perceber que a Covid-19 causa maiores impactos na saúde dos homens que na das mulheres, desde os casos de infecção, passando pela gravidade dos sintomas, até o número de mortes.No entanto, como médicos, hospitais e órgãos ligados à saúde não tinham atentado para coletar dados de infecção e taxa de mortalidade separados por sexo e relacionados à Covid-19, os cientistas não puderam determinar, exatamente, porque os homens são mais vulneráveis ao Coronavírus.Leia mais…

Camada de ozônio está se recuperando e restaurando circulação de ventos

Em meio à enxurrada de más notícias dos últimos dias, eis que temos boas novas para compartilhar! Um levantamento apontou que a camada de ozônio está se recuperando e regenerando a circulação de ventos por todo o planeta, em especial no Hemisfério Sul, e a restauração parece estar associada às medidas acordadas e postas em ação a partir da assinatura do Protocolo de Montreal, em 1987.O Protocolo de Montreal estabeleceu as diretrizes para frear a fabricação e uso de agentes associados com a destruição da camada de ozônio que envolve o planeta, entre eles os clorofluorocarbonetos – substâncias conhecidas popularmente como CFCs. Já no início dos anos 2000, se registrou uma queda significativa nas concentrações desses materiais na atmosfera, assim como o início da recuperação da camada de ozônio em escala global e da redução do colossal “buraco” que existia nela sobre a Antártida.Leia mais…