+55 28 99964 6400
Free Call
+55 28999646400

Ciência

Auto Added by WPeMatico

Planeta Nove pode ser, na verdade, um buraco negro primordial

De um lado, a dupla Batygin e Brown, do Time Planeta Nove, até agora à frente do placar; do outro ldado, Scholtz e Unwin, do Time Buraco Negro Primordial, que, em um lance sensacional, mudou os rumos da partida. Quem ganhará a disputa para saber o que distorce as órbitas do que está além de Netuno?Os astrônomos Jakub Scholtz, da Universidade de Durham, e James Unwin, da Universidade de Illinois, publicaram em 24 de setembro um estudo sugerindo que o objeto misterioso que existe depois de Netuno seria um buraco negro primordial (PBH), formado não pelo colapso gravitacional de uma estrela, mas sim pela extrema densidade da matéria encontrada nos primórdios da expansão do universo.Leia mais…

Bioplástico de seda de aranhas e madeira vira alternativa ao plástico comum

Pesquisadores da Universidade Aalto e do Centro de Pesquisas Tecnológicas VTT, ambos situados na Finlândia, estão trabalhando no desenvolvimento de uma alterativa para, no futuro, substituir os plásticos produzidos a partir do petróleo ou carbono. Trata-se de um novo material feito de uma mistura de seda de aranhas e fibras de madeira que, além de ser extensível e tão ou mais forte do que os plásticos tradicionais, é completamente biodegradável.O material consiste em um biopolímero híbrido composto por fibras de celulose – obtidas a partir da madeira de bétula – e fibras proteicas sintéticas semelhantes às encontradas nas sedas que compõem as teias de aranhas. Na realidade, como o sequenciamento genético dessa fibra já foi realizado, os cientistas finlandeses conseguiram reproduzir uma seda idêntica à produzida pelos aracnídeos em laboratório, o que significa que nenhum desses animais foi usado como doador de teias durante os experimentos.Leia mais…

3 buracos negros supermassivos são descobertos em rota de colisão

Cientistas da Universidade George Mason, na Virginia, EUA, não encontraram 1 nem 2 buracos negros supermassivos, mas um sistema composto por 3 dessas estruturas – todas em plena rota de colisão! Segundo Shane McGlaun, do site Slash Gear, os buracões se encontram a por volta de 1 bilhão de anos-luz de distância da Terra (ainda bem que essa trombada vai ocorrer bem longe de nós) e foram descobertos graças a observações realizadas por diversos telescópios, incluindo alguns da NASA, como o WISE, o Chandra, o Hubble e o NuSTAR.De acordo com Shane, o sistema foi batizado com a sigla SDSS J084905.51+111447.2 e foi identificado por meio da combinação de dados coletados por vários equipamentos – situados no nosso planeta e em órbita. No entanto, em um primeiro momento, os cientistas pensaram que, em vez de um trio de buracos negros supermassivos, se tratava de galáxias em colisão.Leia mais…

Startup espacial testa com sucesso propulsor à base de água

Quando a Agência Espacial Europeia (ESA) começou a buscar projetos para acampamentos na Lua, um dos requisitos era que fossem especificados os meios de transformar a água achada no satélite em combustível. Esse problema já foi resolvido pela Momentus, uma startup do Vale do Silício que está trabalhando (e com sucesso) em um sistema de propulsão a plasma de água.Desde julho, o cubeset El Camino Real realiza testes na órbita da Terra e, nos próximos meses, a Momentus planeja continuar disparando o propulsor de plasma de água em manobras da nave no espaço. A missão vai também por à prova outros sistemas, como software de voo, sensores de atitude e sistema de energia.Leia mais…

Desenvolveram uma cerâmica maleável e resistente a trincas

As cerâmicas podem ser incrivelmente resistentes, além de ser excelentes isolantes térmicos, poderem ser usadas como isolantes ou condutores elétricos e apresentar alta resistência química. Mas, apesar de serem superversáteis, uma coisa que normalmente não associamos a elas é a maleabilidade. Entretanto, uma equipe de pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA, desenvolveu um processo capaz de tornar esse material mais flexível e durável.Os pesquisadores criaram um método chamado “sinterização flash”, que consiste na aplicação de uma corrente elétrica durante o processo de fabricação da cerâmica. Nos primeiros testes, realizados no ano passado, os cientistas conseguiram produzir amostras desse material tão maleáveis quanto alguns metais, mas observaram o surgimento de algumas trincas depois de colocar a cerâmica à prova.Leia mais…

Pesquisas contra câncer e HIV podem ser afetadas com corte no CNPq

Você deve estar acompanhando as discussões sobre os cortes no orçamento público – e em como eles afetarão os investimentos em pesquisas e o pagamento de bolsas de estudo. O setor sofrerá uma redução de 90% em 2020, e o montante destinado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) neste ano já está esgotado e, a partir de novembro, não haverá verbas para pagar as 84 mil bolsas que são custeadas pelo órgão. Aliás, para realizar o pagamento de outubro a entidade provavelmente terá que remanejar fundos de outras áreas.Evidentemente, o CNPq vem tentando negociar a situação com o governo, mas, até que se chegue a uma solução, pode que inúmeras pesquisas – muitas de interesse direto para a população e focadas no desenvolvimento tecnológico do país – acabem “morrendo”. João Paulo Vicente, do UOL / Tilt, conversou com diversos pesquisadores que serão afetados e cujos estudos poderão ser seriamente comprometidos e até encerrados por conta dos cortes, e você pode conferir algumas de suas linhas de pesquisa a seguir:Leia mais…

Modelo de estufa espacial surpreende com produção de alimentos

Uma estufa montada na Antártida com foco na realização de testes para produção de alimentos no espaço completou seu 1º ano de experimentos com resultados muito animadores. Desenvolvida por cientistas da Deutsches Zentrum für Luft- und Raumfahrt – DLR ou Centro Aeroespacial Alemão –, a estrutura, que mede 12,5 metros quadrados, produziu um total de 268 quilos de verduras e legumes em apenas 9,5 meses, superando o esperado para a safra nesse período.Batizada de Eden ISS, a estufa foi construída na Antártida justamente por conta das condições extremas encontradas no continente gelado, cujas características se assemelham ao inóspito ambiente espacial. Por conta disso, evidentemente, a produção de alimentos não ocorre da forma tradicional: o cultivo se baseia em técnicas de aeroponia, onde não existe o uso de terra, as plantas são expostas a fontes de luz artificial e recebem os nutrientes necessários para o seu crescimento e floração através de soluções específicas.Leia mais…

Europa lançará satélites com inteligência artificial na órbita da Terra

Em breve, a Agência Espacial Europeia (ESA) deverá lançar em órbita uma dupla de satélites em miniatura conhecidos como CubeSats para estudar o nosso planeta e a novidade é que os equipamentos levarão a bordo um sistema de inteligência artificial batizado de PhiSat – ou ?-Sat. A iniciativa faz parte da missão FSSCat, proposta pela Universitat Politècnica de Catalunya, na Espanha, foi desenvolvida por um consórcio europeu e a IA terá como tarefa tornar o envio dos dados coletados à Terra mais eficiente e rápido.Os CubeSats têm tamanho equivalente ao de uma caixa de sapato e, além de levar o sistema de inteligência artificial a bordo, contarão com uma câmera hiperespectral e instrumentos de micro-ondas, além de dispositivos para a realização de experimentos em órbita e testes relacionados com a tecnologia de comunicação entre satélites.Leia mais…

Dragonfly: esse drone pequenino vai explorar uma lua de Saturno

Cientistas da NASA divulgaram recentemente mais detalhes sobre o “Dragonfly”, um pequeno drone que deverá ser enviado ao espaço com destino a Saturno. Entretanto, desta vez, o objetivo da missão não será o de estudar o “Senhor dos Anéis” do Sistema Solar, mas sim Titã, a maior das 62 luas conhecidas que orbitam ao redor do planeta gasoso.Com 80% mais massa do que a nossa Lua – e com dimensões 50% maiores –, Titã, que é maior do que Mercúrio, detém o título de maior satélite natural de Saturno, consistindo no segundo maior de todo o Sistema Solar, perdendo em tamanho apenas para Ganímedes, de Júpiter.Leia mais…

Cientistas criam ‘biorrobô’ capazes de se mover sozinhos

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, criaram um dispositivo maleável movido a partir de células nervosas motoras ativadas pela luz. O biorrobô é o primeiro aparato desse tipo capaz de caminhar e nadar de forma autônoma e o seu funcionamento se dá através das contrações de células do tecido muscular esquelético – ou tecido muscular estriado, que é composto por fibras com formato cilíndrico e que podem chegar a medir alguns centímetros de comprimento.Na realidade, a mesma equipe de cientistas já vem trabalhando no projeto de biorrobôs autônomos faz alguns anos, e o primeiro dispositivo que o time desenvolveu foi inspirado no formato de espermatozoides e era movido a partir da pulsação de células do tecido muscular estriado cardíaco obtidas a partir de ratinhos de laboratório. No entanto, como esses modelo inicial não tinha qualquer percepção do ambiente ou capacidade de tomar decisões de forma autônoma, os pesquisadores aprimoraram o projeto.Leia mais…