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Ciência

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IA deve aprender sobre valores sociais para não termos problemas

Segundo uma dupla de pesquisadores, os profissionais que trabalham na criação e desenvolvimento de IAs precisam “ensinar” às suas máquinas valores sociais e humanos se não quisermos ter problemas no futuro. De acordo com os cientistas – Mona Sloane e Emanuel Moss, da Universidade de Nova York e da Universidade da Cidade de Nova York, respectivamente –, já existem indícios de que a IA pode perpetuar a discriminação, intensificar desigualdades e inclusive ocasionar danos nesse sentido e, portanto, os desenvolvedores devem cuidar para que suas criações, em vez de prejudicar, sirvam a sociedade da melhor forma possível.Os pesquisadores defendem que estamos diante da emergência de um complexo sistema “tecnossocial” e, para que ele seja mais justo, democrático e equilibrado, engenheiros e programadores precisam incluir a mais ampla gama de noções sociais em suas IAs para reduzir o risco de que elas venham a causar danos à nossa sociedade.Leia mais…

Transistores de fios de linho prometem revolucionar eletrônicos flexíveis

Pesquisadores da Universidade Tufts, nos EUA, desenvolveram um tipo de transistor que tem potencial para tornar dispositivos eletrônicos completamente flexíveis. A novidade, ademais, pode ser entrelaçada para produzir tecidos ou ser incorporada a eles, podendo ser usados sobre a pele, ou até implantados em órgãos e estruturas do corpo humano para o monitoramento de doenças e realização de diagnósticos, além de apresentar outras possíveis aplicações.Os transistores consistem em fios de linho revestidos com nanotubos de carbono que, depois, são envoltos em um gel eletrolítico que confere à linha alta maleabilidade e liberdade de movimentos sem que ocorra interferência em sua funcionalidade. Mais especificamente, os nanotubos fazem com que as linhas se tornem semicondutoras, e o sistema funciona com a inclusão de 2 fios de ouro finíssimos (que atuam como “positivo” e “negativo” do circuito) e um terceiro com função de aterramento.Leia mais…

Mapeamento genético deve revolucionar o diagnóstico de doenças super-raras

Infelizmente, apesar de todos avanços científicos e tecnológicos das últimas décadas, ainda existem muitos problemas de saúde cujas causas são desconhecidas e para os quais não existe tratamento. No entanto, a parceria fortuita formada entre um pai inconformado em não encontrar um diagnóstico para a doença do filho e um geneticista especializado em bioinformática vem mudando esse cenário. Isso porque a “odisseia diagnóstica” vivida pelos 2 deu origem a uma abordagem revolucionária baseada no mapeamento do genoma dos pacientes e seus pais para não só identificar a origem do problema, mas também ajudar na seleção do melhor tratamento.De acordo com Sarah Elizabeth Richards, do site Wired, tudo começou há cerca de 10 anos, quando o sistema nervoso de Massimo, de apenas 11 meses, entrou em colapso e nenhum médico conseguia encontrar uma causa para o problema. Em um período de somente 90 dias, o bebê perdeu a habilidade de engatinhar ou sentar sozinho e não conseguia mais se comunicar. O garotinho foi submetido a toda classe de exames, incluindo tomografias e biopsias musculares, teve tubos inseridos em seu corpinho e sabe-se lá quantas injeções, anestesias e picadas o pobrezinho levou enquanto os mais variados especialistas tentavam descobrir o que ele tinha.Leia mais…

MIT cria sensor submarino que gera sua própria energia para funcionar

Um sensor submarino que não precisa de bateria, inventado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology, pode ser a chave para a exploração tanto das profundezas dos oceanos da Terra como dos mares  de Titã, uma das luas de Saturno. Por aqui, os pesquisadores pretendem construir uma rede submersa de sensores interconectados que enviam dados à superfície – uma “internet das coisas” subaquática.O novo sensor transmite dados absorvendo ou refletindo ondas sonoras e, simultaneamente, armazena energia (a piezoeletricidade é a capacidade de alguns cristais gerarem tensão elétrica por resposta a uma pressão mecânica)Leia mais…

Cientistas criam pulseira inteligente que ajuda a prever crises em autistas

O cientista comportamental da Universidade de Northeastern, Matthew Goodwin, e seu time criaram uma pulseira inteligente capaz de prever crises em pessoas autistas. Para que isso aconteça, os pesquisadores criaram um dispositivo que monitora a frequência cardíaca, produção de suor, temperatura da pele e movimentos dos braços. Segundo os resultados coletados pela equipe, a pulseira consegue prever a crise com 60 segundos de antecedência e 84% de precisão. Embora o tempo entre o aviso e a explosão seja curto, ele dá a oportunidade para que o responsável tente acalmar o indivíduo e garantir que todas as outras pessoas presentes fiquem seguras. Leia mais…

Oceanos de exoplanetas podem ter mais vida que os da Terra

Exoplanetas podem suportar uma variedade muito maior de seres vivos que a própria Terra, e “esta é uma conclusão surpreendente”, disse a pesquisadora Stephanie Olson, ao apresentar sua pesquisa no Congresso de Geoquímica Goldschmidt em Barcelona, Espanha.Segundo ela, “as condições em alguns exoplanetas com padrões de circulação oceânica favoráveis podem ser mais adequadas para suportar vida mais abundante ou mais ativa do que na Terra”. Ela e sua equipe na Universidade de Chicago recriaram as prováveis condições de vida em diferentes exoplanetas usando o software ROCKE-3-D, desenvolvido pelo Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA, para simular os climas e habitats oceânicos.Leia mais…

Brasil conquista 3 bronzes na Olimpíada Internacional de Astrofísica

O Brasil terminou a 13ª Olimpíada Internacional de Astronomia com três medalhas conquistadas e duas menções honrosas. O bom desempenho na disputa intelectual foi um feito de Raul Basilides Gomes (17), de Fortaleza, Giovanna Girotto (16) e Luã de Souza Santos (17), de São Paulo, que garantiram três medalhas de bronze, e dos estudantes de São Paulo, Lucas Shoji (16) e Bruna Junqueira de Almeida (16), com duas menções honrosas.O evento aconteceu em Kszthely, na Hungria. Dos dias 2 a 10 deste mês, 254 estudantes de 47 países foram submetidos a provas práticas, teóricas e de análise de dados. A competição reuniu um número recorde de delegações.Leia mais…

Chuva de meteoros Perseidas resulta em belas imagens; veja as fotos

A cada ano, entre 17 de julho e 24 de agosto, o céu se ilumina com a chuva de meteoros conhecida como Perseidas, porque surgem a partir da constelação de Perseu, com seu ápice na madrugada de 12 para 13 de agosto.O fenômeno acontece quando o planeta atravessa o caminho dos fragmentos ejetados pelo cometa Swift-Tuttle, na chamada Nuvem Perseida. As partículas, ao entrarem na atmosfera terrestre, incendeiam-se, produzindo o espetáculo também chamado de Lágrimas de São Lourenço.Leia mais…

Vírus ebola finalmente tem cura

“O ebola não é mais incurável”, disse Jean-Jacques Muyembe, diretor-geral do Institut National de Recherche Biomedicale na República Democrática do Congo, um dos responsáveis por supervisionar os ensaios clínicos de novas drogas em campo. Dois dos tratamentos experimentais aumentaram drasticamente as taxas de sobrevivência dos pacientes infectados, o que é considerado uma vitória na luta contra o ebola, juntamente da vacina experimental que protege contra a ação do vírus.Desde novembro de 2018, pacientes de quatro centros de tratamento na região leste do Congo, onde o surto se mostrou mais virulento, foram escolhidos ao acaso para receberem uma das quatro novas terapias. O estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de institutos nacionais de saúde dos países onde o Ebola é quase endêmico se baseia na aplicação de quatro terapias, uma com a droga antiviral Remdesivir e três que usam anticorpos monoclonais, grandes proteínas em forma de Y que reconhecem bactérias e vírus invasores, recrutando células do sistema imunológico para atacar esses patógenos: ZMapp, Regeneron e mAb114.  Leia mais…

Novo mapa 3D revela que a nossa galáxia não é plana, mas retorcida

Há algum tempo estudos haviam sugerido que a Via Láctea não era bem o que parecia… mas um mapa tridimensional e superdetalhado produzido recentemente por cientistas do Observatório Astronômico da Universidade de Varsóvia, na Polônia, revelou que a nossa galáxia, em vez de se esparramar de forma “plana” no cosmos, tem as extremidades torcidas. Se fosse possível olhá-la de perfil, ela pareceria uma colossal batata chips.Embora seja difícil criar uma imagem mental que represente a enormidade da Via Láctea, levantamentos, estudos e simulações apontaram que ela mede cerca de 120 mil anos-luz de uma extremidade à outra e serve de lar para bilhões de estrelas e planetas. Também se sabe, desde a década de 1950, que é uma galáxia em espiral, e ainda existe certo debate envolvendo o número de “braços” que possui: entre dois e quatro, dependendo dos astrônomos consultados, mas parece que a quantidade maior de espirais é a mais favorecida.Leia mais…