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Ciência

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Humanos teriam chegado às Américas 15 mil anos antes do que se imaginava

Descobertas recentes podem mudar o que se sabe sobre a presença de humanos nas Américas. Análises em cavernas da região central do México apontam indícios de ocupação humana há pelo menos 30 mil anos no local, cerca de 15 mil anos a mais do que se imaginava anteriormente. Foram encontradas milhares de ferramentas de pedra, mas a nova descoberta gerou polêmica.Sabe-se que os humanos chegaram ao continente americano pelo leste, vindos da Ásia. Quando isso realmente aconteceu ainda é um mistério. Alguns arqueólogos mais radicais apontam que foi há 130 mil anos, mas as evidências apontadas para isso não são muito aceitas – supostas ferramentas seriam tão rústicas que poderiam ser resultantes de processo geológico natural.Leia mais…

Segunda onda de contaminações por coronavírus atinge a Ásia

O número de contaminações pelo novo coronavírus continua a crescer mundialmente; foram registrados aproximadamente 300 mil novos casos somente em 27 de julho, e infelizmente uma segunda onda está chegando à Ásia — a China enfrentou, no dia 26, a maior taxa desde março. Devido à situação, Hong Kong anunciou a retomada de restrições para conter infecções, assim como a cidade de Danang, no Vietnã, que relatou a primeira transmissão comunitária no país desde abril.Maria Van Kerkhove, epidemiologista de doenças infecciosas da Organização Mundial da Saúde (OMS), explica a situação: “Muitos locais vivem uma transmissão intensa, enquanto outros mantêm níveis baixos. No entanto, alguns começam a testemunhar o ressurgimento de casos e surtos em determinadas áreas geográficas ou associadas a certos tipos de indústrias, como boates”.Leia mais…

Estudo pode levar à revisão da Teoria da Tectônica de Placas

Pode que a Ciência esteja tentando desvendar mistérios geológicos de outros planetas e satélites naturais – e avançando enormemente nessa área. Mas, a verdade é que existem muitos enigmas aqui mesmo na Terra que não foram esclarecidos ainda, como é o caso de como as placas tectônicas que compõem a superfície do nosso mundo se formaram.A teoria mais aceita de momento é a de que essas estruturas – que ficam sobre o manto e se movem, roçam, colidem e se sobrepõem umas sobre as outras, “reciclando” a superfície e dando origem a novo material –, teriam se formado entre 3,2 e 4,5 bilhões de anos atrás depois de a crosta terrestre, ainda em sua infância, passar por um período de resfriamento e se contrair. Mas surgiu uma proposta que pode levar à revisão desse modelo.Leia mais…

DNA de cadeia quádrupla abre caminho para terapia contra o câncer

Pesquisadores da Cambridge University descobriram que a hélice dupla do DNA (onde toda a informação genética dos seres vivos está guardada) pode dobrar sobre si mesma, formando uma cadeia quádrupla (DNA G-quadruplexes, ou G4s) estável em células humanas saudáveis. Ela já havia sido identificada apenas em células cancerígenas e em experimentos de laboratório.G4s são estruturas que se formam brevemente dentro das células.Leia mais…

É possível se reinfectar com o novo coronavírus?

Enquanto o mundo acompanha ansiosamente o desenvolvimento das vacinas que podem colocar um fim na pandemia provocada pelo novo coronavírus, uma pergunta começou a surgir em centros de pesquisa e hospitais: a reinfecção é possível? A resposta para ela é: não sabemos.Em abril, a Coreia do Sul detectou o vírus no sangue de centenas de pacientes que estariam curados da doença. A conclusão a que chegaram as autoridades da Saúde do país é que se tratava de fragmentos inativos do vírus que ainda circulavam pelo organismo.Leia mais…

NASA usará balão gigantesco para levar telescópio à estratosfera

A NASA revelou, nessa quinta-feira (23), os detalhes de uma ambiciosa missão, que levará um telescópio de 2,5 metros de altura à estratosfera, a bordo de um balão do tamanho de um estádio de futebol, inflado com gás hélio. O objetivo é estudar as estrelas recém-nascidas, fugindo das interferências provocadas pela atmosfera terrestre.O Telescópio Estratosférico Astrofísico para Observações de Alta Resolução Espectral em Comprimentos de Onda Submilimétricos, também conhecido pela sigla ASTHROS, terá a missão de fazer observações astrofísicas nunca tentadas anteriormente.Leia mais…

Astra anuncia nova tentativa de primeiro voo orbital para agosto

A startup de voos espaciais Astra anunciou na última segunda-feira (20) que o seu primeiro voo orbital está programado para acontecer no início de agosto. O foguete da empresa já chegou ao Alasca, nos Estados Unidos, de onde tentará decolar, fazendo a sua estreia na órbita terrestre.Conforme as informações da empresa, o Rocket 3.1, que tem 11,6 metros de altura, poderá ser lançado a partir do dia 2 de agosto, quando se inicia uma janela de lançamento de seis dias. A decolagem ocorrerá no Pacific Spaceport Complex, na ilha Kodiak, no Alasca.Leia mais…

Pentágono quer tornar públicas algumas descobertas sobre OVNIs

O Pentágono quer tornar públicas algumas das suas conclusões em relação a investigações sobre avistamentos de objetos voadores não identificados (OVNIs). A informação foi divulgada ontem (23) pelo The New York Times, que teve acesso a um relatório do Comité do Senado dos Estados Unidos com detalhes sobre o assunto.Segundo a publicação, o documento descreve as despesas do governo com agências de inteligência. E entre elas, chamou a atenção um programa intitulado “Força-Tarefa de Fenômeno Aéreo Não-Identificado”, descrito como uma iniciativa para “padronizar a coleta e a comunicação” sobre avistamentos de OVNIs.Leia mais…

Fungo de Chernobyl pode proteger astronautas de radiação espacial

Missões espaciais tripuladas enfrentam um problema difícil de contornar: a radiação cósmica, que pode ser fatal a astronautas. Com o objetivo de evitar desastres relacionados a essa questão, pesquisadores se dedicam constantemente ao desenvolvimento de soluções diversas – e um grupo de cientistas encontrou auxílio em algo que se floresceu após uma tragédia ocorrida aqui mesmo, na Terra: em fungos de Chernobyl.Como se sabe, o local foi testemunha de um dos piores acidentes nucleares da História, responsável por tornar a região inabitável por milhares de anos. Entretanto, a vida, aos poucos, está voltando por lá, e o Cryptococcus neoformans é um exemplo claro da capacidade adaptativa da natureza, já que, em testes executados na Estação Espacial Internacional, bloqueou e absorveu 2% dos raios cósmicos que o atingiram enquanto permaneceu nas instalações.Leia mais…